Clayme Orlando
Critérios de pesquisa do Google

Você sabe quais são os Critérios de pesquisa do Google?

 

Logo abaixo você vai descobrir quais são as recomendações do Google para que o conteúdo do seu site seja mais relevante para seus usuários!

 

Se você acabou de inaugurar seu site na web, saiba que agora você tem um longo caminho a percorrer para alcançar o topo das pesquisas do Google, o trabalho é intenso e demorado, e se alguma empresa lhe oferecer “aparecer na 1ª página do google”, desconfie! Saiba que isso deverá respeitar alguns critérios de experiência ao usuário.

 

Promova uma boa experiência ao Usuário, siga as recomendações do Google, Jogue limpo pois o Google atualiza constantemente seus algorítimos, portanto ele sabe ou saberá quando suas práticas são ilegais e no final das contas o tiro sairá pela culatra, pois seu site será duramente penalizado pelo Google, irá entrar em listas negras (blacklist) e será complicado e demorado recuperar a sua posição.
Nada melhor do que seguir os critérios do próprio Google.

 

 

  • Tempo de registro do domínio (Idade do domínio www.)
  • Idade do conteúdo
  • URL do conteúdo (por exemplo, se fizer uma busca por “armarinhos Fernando”, a 1ª url exibida será armarinhosfernando.com.br , porém também pode aparecer o sr Fernando que faz armários.
  • Conteúdo Relevante à pesquisa do usuário (os termos que os buscadores associam como sendo relacionados ao tema principal da página)
  • Freqüência do conteúdo: regularidade com a qual novo conteúdo é adicionado ou atualizado
  • Tamanho do texto: número de palavras acima de 200-250 (não afetava o Google em 2005, muitos sites criavam páginas apenas com a palavra chave e com textos sem conexões para ludibriar o google)
  • Idade do link e reputação do site que o aponta
  • Originalidade do conteúdo (se a noticia, texto for a matriz) o Google consegue identificar se um texto fou clonado e editado.
  • Uso adequado do arquivo robots.txt e site maps
  • Citações e fontes de pesquisa (indica que o conteúdo é de qualidade para pesquisa)
  • Qualidade da codificação HTML, presença de erros no código
  • Características padrão da página
  • Pontuação negativa sobre as características da página (por exemplo, redução para sítes web com utilização extensiva de meta-tags de palavra chave, indicativos de terem sido artificialmente otimizadas)
  • Quantidade de links externos
  • Relevância do site que linkar para o seu website
  • Pontuação em redes sociais

 

 

 

Outros menos relevantes

 

 

  • Google Pagerank (usado apenas no algoritmo do Google)
  • O texto âncora contido nos links externos
  • Pontuação negativa para links de chegada (provavelmente advindos de páginas de baixo valor, links de chegada recíprocos, etc.)
  • Ritmo de aquisição dos links de chegada: muitos ou incremento muito rápido pode indicar atividade de comercial de compra de links
  • Texto próximos aos links que apontam para fora e os links de chegada. Um link acompanhado das palavras “links patrocinados” pode ser ignorado
  • Uso da tag “rel=nofollow” para esculpir o ranking interno do website
  • Profundidade do documento no site
  • Métricas coletadas de outras fontes, tais como monitoramento da frequência com a qual usuários retornam clicando em voltar quando as SERPs as enviam para uma página em particular (Bouncerate)
  • Métricas coletadas de fontes como Google Toolbar, Google AdWords/Adsense, etc.
  • Métricas coletadas de compartilhamento de dados com terceiros (como provedores de dados estatísticos de programas utilizados para monitorar tráfego de sítios (sites)
  • Ritmo de remoção dos links que apontam para o site
  • Uso de sub-domínios, uso de palavras-chave em sub-domínios e volume de conteúdo nos sub-domínios, com pontuação negativa para esta atividade
  • Conexões semânticas dos documentos servidos
  • IP do serviço de hospedagem e o número/qualidade dos demais sites hospedados lá
  • Uso de redirecionamentos 301 ao invés de redirecionamentos 302 (temporário)
  • Mostrar um cabeçalho de erro 404 em vez de 200 para páginas que não existem
  • Frequência de tempo em que servidor se encontra ativo (Confiabilidade)
  • Se o site mostra conteúdo diferente a diferente tipos de usuários ou crawlers (cloaking)
  • Links “quebrados”
  • Conteúdo inseguro ou ilegal
  • Taxa real de cliques observados pelo mecanismo de busca para as listas exibidas na SERPs
  • Classificação de importância feita por humanos nas páginas com acessos mais frequentes – ODP

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