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Quais São os Critérios de Qualidade do Google?

 

Descubra quais são os critérios e recomendações do Google para a criação de conteúdo do seu site e promova uma melhor experiência de navegação para seus usuários!

 

Experiência do Usuário

 

O Google valoriza a experiência de navegação dos usuários acima de qualquer outra coisa, por esse motivo você deve conhecer os critérios utilizados pelo Google para determinar quais as práticas que definem os melhores sites. Esses sites são naturalmente beneficiados com as maiores posições no Google, e é lá que o seu site deve chegar.

 

Uma recomendação interessante é que se os webmasters e programadores gastarem seu tempo aprendendo e seguindo as recomendações do Google terão um ranking muito maior em seus sites do que se gastassem esse tempo aprendendo a burlar o algoritmo do Google. Esse algoritmo é atualizado constantemente com base na atividade dos spammers e de outros mal-intencionados.

 

Uma vez que você siga essas recomendações seu site nunca será penalizado pelo Google e você conseguirá rankings cada vez maiores.

 

Recomendações do Google

 

Vamos conhecer essas recomendações e comentar um pouco sobre elas.

 

FOQUE NOS USUÁRIOS

 

Faça páginas primeiro para os usuários, e não para os mecanismos de busca. Não engane seus usuários ou mostre conteúdo diferente para os mecanismos de busca e para os seus usuários. O nome disso é cloaking.

 

Se você fizer isso seu site será duramente penalizado pelo Google, você entrará para a lista negra (blacklist) e será complicado e demorado recuperar a sua posição.

 

Esse tipo de atividade definitivamente não vale a pena ser feita, além de ser uma afronta às boas práticas da internet, pois seus usuários estarão procurando por alguma coisa e você mostrará para eles outras coisas!

 

JOGUE LIMPO

 

Evite truques e trapaças para melhorar seus rankings no Google.
O próprio Google recomenda que você se pergunte: “se não existissem mecanismos de busca, você usaria essas técnicas?”. Se a resposta for negativa nem pense em seguir com as suas estratégias.

 

Utilize seus recursos para gerar valor para os usuários e não para tentar conseguir ranking sem merecimento.

 

FIQUE LONGE DE MAUS SITES

 

Não participe de esquemas de links para aumentar o ranking do seu site ou o PageRank. Particularmente, evite links para spammers ou sites mal intencionados, pois o seu próprio ranking será afetado negativamente por causa desses links.

 

Tenha bons parceiros e só faça links com bons sites, dessa forma todos vocês serão beneficiados e terão maiores rankings.
Se você conhece um site mas não consegue encontrá-lo procurando as suas principais palavras-chave no Google muito provavelmente esse site já está penalizado.

 

Não faça links com ele, ou seu próprio site sofrerá penalizações.

 

NÃO USE SOFTWARES DE SEO

 

Não utilize programas ou softwares para submeter páginas ou checar rankings. Esse programas consomem os recursos do seu computador e também violam os Termos de Serviços do Google.

 

A maioria desses softwares são pagos e eles irão tentar convencer você de todas as formas de que essa é a maneira mais rápida de conseguir altos rankings no Google.

 

O Google monitora a quantidade e a frequência de links que você cria, e se você estiver fazendo mais do que 10 links por semana – para um site emergente – poderá sofrer uma penalização. Esse valor não é absoluto e depende muito do volume de acessos do seu site.

 

O critério usado é quantos links os visitantes do seu site são capazes de fazer em uma semana. Se você estiver criando uma quantidade desproporcional de links por dia ou por semana, correrá o risco de perder seus rankings!

 

DENUNCIE UM SITE MAL INTENCIONADO

 

O Google também oferece a oportunidade de você denunciar um site que você acha que esteja infringindo as melhores práticas adotadas pelo buscador. Você poderá enviar a URL do site para este link.

 

O site não será bloqueado de um dia para o outro – por meio dessas denúncias e reclamações o Google irá aprimorar o seu algoritmo para penalizar esse tipo de site no futuro.

 

CONCLUSÃO

 

Não é difícil seguir as melhores práticas que o Google recomenda como critérios de qualidade para determinar o ranking dos sites listados no buscador.

 

Uma vez que você compreende a razão principal desses critérios – melhorar a experiência do usuário – você poderá perceber que estar próximo do usuário e conhecer as suas necessidades irá naturalmente aumentar os seus rankings.

 

Você pode saber mais sobre as recomendações para ter um site de qualidade no site do Google. 

O Google lançou um plano para reduzir drasticamente o suporte do seu navegador de internet, o Chrome, a sites que ainda usam o Adobe Flash Player, tecnologia usada principalmente em animações e recursos multimídia. O Flash há tempos é considerado, pelo mercado, tecnicamente defasado e vulnerável a ciberataques.

 

A proposta, chamada “HTML 5 por Padrão“, pretende priorizar o uso do HTML 5 no lugar do Flash, incentivando desenvolvedores de sites a preferirem esse tipo de programação.

 

Veja os cinco pontos defendidos pelo documento do Google:

 

* Se um site oferece uma experiência de uso em HTML5, esta será adotada como experiência padrão no Chrome;

 

* Quando um usuário encontrar um site que precisa de Flash Player, um alerta irá aparecer no topo da página, dando ao usuário a opção de permití-la no site;

 

* Se o usuário aceitar o alerta, o Chrome irá anunciar a presença do Flash Player e atualizar a página;

 

* O Chrome vai salvar a configuração do usuário para esse domínio nas visitas seguintes;

 

* Para evitar o excesso de alertas aos usuários, inicialmente lançaremos uma “lista branca” dos 10 principais sites (com base na métrica de uso agregado). Esta lista vai expirar após um ano.

 

Muitos sites já usam apenas HTML 5, então na prática a medida afetará poucos sites, a maioria deles muito antigos e que não são reformulados há anos. A tal lista branca, segundo métricas internas do Google, incluirá sites como YouTube, Facebook, Yahoo e Amazon.com, e será periodicamente revista a cada ano, para remover sites cujo uso não justifica uma exceção.

 

O plano do Google contra o Flash deverá ser implementado a partir do quatro trimestre deste ano. É mais um capítulo na lenta morte desta tecnologia: em 2011, a Adobe desistiu de adaptar o Flash para seus dispositivos móveis. No ano seguinte,foi a vez do Android. Em 2015 o próprio Google há havia dado outro grande passo ao anunciar que o Chrome não iria mais reproduzir anúncios em Flash.

 

A própria Adobe já encerrou o uso do editor Flash Professional e anunciou o substituto do Flash, o Animate, recomendando aos desenvolvedores que priorize o uso deste último.

 

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